
Ex-candidato a governador de Pernambuco, Miguel Coelho comentou o estudo publicado da revista ‘IstoÉ Dinheiro’, de fevereiro deste ano, que destaca a queda de Pernambuco no ranking do Índice dos Desafios da Gestão Estadual (IDGE). Segundo ele, o Estado chama a atenção negativamente, demonstra fragilidade e necessidade de avanços urgentes.
“Infelizmente mais uma vez Pernambuco caiu três posições e está entre os Estados que tiveram os piores resultados comparados entre os anos de 2021 e 2022. Isso só mostra que Pernambuco tem muito a avançar ainda na área da educação, infraestrutura, abastecimento de água, saneamento, segurança, mobilidade e tantas outras“, avaliou.
O estudo evidencia a carência de aprimoramento da forma de gestão do executivo estadual. “A gente torce para que o novo governo possa dar conta do recado, mas acima de tudo, honrar a confiança do povo pernambucano. Além disso, estamos sempre atentos, observando, estudando e torcendo para que Pernambuco possa se libertar desse passado triste e que possamos voltar a saborear novas conquistas“, frisou.
Para Miguel, Pernambuco tem que assumir seu protagonismo nacional na condução e elaboração de políticas públicas com capacidade de transformação social. “Só assim vamos voltar a evoluir a curto, médio e longo prazo“, concluiu Miguel Coelho.
Ranking dos Estados
A avaliação, realizada pela Macroplan – consultoria especializada em cenários futuros e gestão pública -, avaliou um conjunto de 31 indicadores das áreas de educação, saúde, segurança, juventude, capital humano, infraestrutura, desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, condições de vida e institucional.




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