Durante a reunião da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa,
realizada nesta quinta-feira (18) pelo Departamento de Estado dos EUA,
aconteceu um painel com especialistas que falaram sobre a situação dos
cristãos na Coreia do Norte.O país que é o número 1 em perseguição a cristãos é tema do filme “Humanity Denied: Religious Freedom in North Korea” que foi exibido no Senado norte-americano onde acontecia o evento.
Nesse filme é mostrado todos os desafios que os cristãos norte-coreanos enfrentam por conta de sua crença, passando por situações de prisão, condenações em centros de trabalho forçado e até mesmo morte.
Ao observar relatórios sobre a perseguição religiosa naquele país, a analista de política em estudos asiáticos da Heritage Foundation, Olivia Enos, declarou: “A situação na Coreia do Norte é absolutamente terrível”.
O pastor coreano-americano Kenneth Bae foi mantido refém na Coreia do Norte entre os anos de 2012 e 2014 e declarou aos presentes que o governo comunista de Kim Jong-Un tem mais medo do cristianismo do que de armas nucleares.
“Eles disseram ‘nós não temos medo de armas nucleares … temos medo de alguém como você trazer religião para o nosso país e usá-la contra nós e então todos se voltarão para Deus e isso se tornará o país de Deus e nós cairemos'”, revelou de acordo com o The Christian Post.
Ele chegou a ser considerado como o criminoso americano mais perigoso que eles já tiveram desde a Guerra da Coreia. Sua punição foi 15 anos de trabalhos forçados, até que em 2014 ele foi liberado.
Apesar de ter sido preso, ele continua trabalhando como missionário na região, enviando Bíblias em garrafas de arroz através de um rio, ajudando norte-coreanos a escapar e também ajudando mulheres que foram enviadas como escravas sexuais para a China.




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